{"id":38,"date":"2017-02-08T15:51:58","date_gmt":"2017-02-08T15:51:58","guid":{"rendered":"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/?page_id=38"},"modified":"2024-06-22T18:32:43","modified_gmt":"2024-06-22T21:32:43","slug":"curtas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/curtas\/","title":{"rendered":"Curtas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Novos olhares SULeados com coment\u00e1rios, opini\u00f5es, ideias, cr\u00f4nicas e sugest\u00f5es para a sala de aula.<\/strong><\/p>\n<p>#####<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Fotos-CAP-10-BONITEZA-e-Paulo-Freire-Ed-Paz-e-Terra.pdf\"><strong>Fotos do CAP\u00cdTULO 10 &#8211; BONITEZA<\/strong><\/a><br \/>\n\u201cPaulo Freire entre a Boniteza do Ato de Amar e a Boniteza do Ato de Educar\u201d (cap 10)<br \/>\nPor Marcio D&#8217;Olne Campos<\/p>\n<p>CAMPOS, Marcio D\u2019Olne. Paulo Freire entre a Boniteza do Ato de Amar e a Boniteza do Ato de Educar. In FREIRE, Ana Maria Ara\u00fajo (Org.). A palavra boniteza na leitura do Mundo de Paulo Freire, S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 2021, p. 199 \u2013 235.<\/p>\n<p>###<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\">\u00a0<strong>&#8211;\u00a0<\/strong> <strong>Paulo Freire adere ao SULear<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Em 1992 na p\u00e1gina 15 do livro \u201cPedagogia da Esperan\u00e7a\u201d que prop\u00f5e \u201cUm reencontro com a pedagogia do oprimido\u201d (publicada em 1970), Paulo Freire &#8211; numa de suas atividades pedag\u00f3gicas &#8211; inova se opondo ao uso do verbo nortear que mesmo no Hemisf\u00e9rio Sul, \u00e9 comumente usado como sin\u00f4nimo de orientar, espacial e espiritualmente. Nisto, muitas vezes constatamos frases do tipo: \u201cVoc\u00ea precisa encontrar um norte!\u201d. No entanto, o que precisamos \u00e9 nos identificarmos com o sul de nosso contexto habitual e vivencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua humildade competente de educador, ao procurar entender seus alunos-interlocutores a partir do lugar de fala deles, Freire faz autocr\u00edtica ao fato de nem sempre se transportar para o referencial de pensamento-a\u00e7\u00e3o dos alunos durante o di\u00e1logo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPor outro lado, apesar de alguns anos de experi\u00eancia como educador, com trabalhadores urbanos e rurais, eu ainda quase sempre partia de meu mundo, sem mais explica\u00e7\u00e3o, como se ele devesse ser o &#8220;sul&#8221; que os orientasse. Era como se minha palavra, meu tema, minha leitura do mundo, em si mesmas, tivessem o poder de \u2018sule\u00e1-los\u2019&#8221; (Nota 15)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Naquela \u00e9poca est\u00e1vamos mantendo v\u00e1rios di\u00e1logos sobre a oposi\u00e7\u00e3o nortear\/sulear e esse interesse de Paulo e Nita Freire gerou a cuidadosa nota 15 que Nita elaborou muito bem e com seu carinho a partir de nossas conversas. A nota est\u00e1 na p\u00e1gina 218 do livro: &#8217;15. &#8220;Sule\u00e1-los&#8221; &#8216;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o me lembro exatamente quando procurei cunhar esse termo e teorizar sobre ele, mas n\u00e3o foi muito antes dos anos 90 quando a convite de Tereza Scheiner (Diretora do PPG-PMUS), publiquei dois pequenos textos com minhas primeiras reflex\u00f5es sobre SULear (Campos 1991).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muito me honrou a refer\u00eancia que Paulo Freire fez a mim sobre o termo SULear. Por isso preparei um extrato das p\u00e1ginas do livro Pedagogia da Esperan\u00e7a nas quais o termo SULear \u00e9 usado: <em>Paulo Freire adere ao SULear (extratos)<\/em> (Campos 2017). \u00c9 claro que esta colheita me reavivou o orgulho destas amizades ao reler a dedicat\u00f3ria de Paulo e Nita inclu\u00edda neste precioso balaio de mem\u00f3rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabe notar que a import\u00e2ncia do educador Paulo Freire tem levado alguns estudiosos a atribu\u00edrem a ele a cria\u00e7\u00e3o do termo\/verbo sulear. No entanto, o que ele fez com a sua sabedoria foi valoriz\u00e1-lo, tornando-o mais rico e difundido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Obrigado Paulo Freire, obrigado Nita Freire.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 2017<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Marcio D\u2019Olne Campos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Campos, M. D.. <em><a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/CAMPOS-M-D-A-Arte-de-Sulear-1-1991A.pdf\">A arte de sulear-se I,<\/a> <a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/CAMPOS-M-D-A-Arte-de-Sulear-2-Ativs-1991.pdf\">A arte de sulear-se II<\/a><\/em>. <em>In<\/em>: Scheiner, Teresa Cristina (Coord.). <strong>Intera\u00e7\u00e3o museu-comunidade pela educa\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong>. Rio de Janeiro: UNIRIO\/TACNET, 1991. p. 56-91.<a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/referencias\/#ref_paulo01\"> (Refer\u00eancia)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Freire, P. Pedagogia da esperan\u00e7a: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. S\u00e3o Paulo, SP, Paz e Terra.1992.<a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/referencias\/#ref_paulo02\"> (Referencia)<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Campos M. D. <a href=\"http:\/\/www.sulear.com.br\/textos\/p_freire_sulear.pdf\"><em>Paulo Freire adere ao SULear <\/em>(mimeo &#8211; extratos de FREIRE, Pedagogia da Esperan\u00e7a, 1992), Rio de Janeiro, 2017<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>#####<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cA m\u00fasica das estrelas\u201d e Aldebar\u00e3: Observat\u00f3rio a olho nu, segundo Rubem Alves<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"padding-left: 60px; text-align: right;\">Aldebar\u00e3, minha concep\u00e7\u00e3o e paix\u00e3o perp\u00e9tua: uma hist\u00f3ria de fasc\u00ednios e retrocessos, dos quais talvez algumas hist\u00f3rias nunca ser\u00e3o contadas.<br \/>\nFiquemos com as paix\u00f5es e com a guarda de Rubem Alves.<br \/>\nMarcio D\u2019Olne Campos<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px; text-align: right;\">\u201cSempre que posso vou l\u00e1. Geralmente, o lugar est\u00e1 vazio. Acho que poucos sabem da sua exist\u00eancia. \u00c9 o <em>Observat\u00f3rio a olho nu<\/em>, da Unicamp. [&#8230;] \u00a0Quem ouve os c\u00e9us desendoida e fica s\u00e1bio. Quem ouve a m\u00fasica das estrelas nos c\u00e9us consegue viver tranquilo em meio ao barulho da Terra. \u201d\u00a0 &#8211;\u00a0 Rubem Alves<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1985, estava lan\u00e7ado \u2013 a partir de minha concep\u00e7\u00e3o \u2013 o embri\u00e3o do projeto <em>Aldebar\u00e3: Observat\u00f3rio a olho nu<\/em>. Como \u201c<em>assessor especial para Extens\u00e3o Universit\u00e1ria\u201d<\/em>\u00a0<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, nomeado pelo Reitor Jos\u00e9 Aristodemo Pinotti em 1985, cuidei da execu\u00e7\u00e3o do projeto ao lado de Beatriz Goulart de Faria, respons\u00e1vel pelo plano arquitet\u00f4nico. Nesse per\u00edodo, defendia enfaticamente sob atenta observa\u00e7\u00e3o o desvelar do que denominava os \u201cinstrumentos escondidos no laborat\u00f3rio da natureza\u201d, ou seja, no meio ambiente de gente, terra e c\u00e9u<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mesmo tempo, o espa\u00e7o constru\u00eddo do observat\u00f3rio articulava-se com seu interior, constituindo uma cole\u00e7\u00e3o de in\u00fameros instrumentos de observa\u00e7\u00e3o de astros, luz e sombra. Esta cole\u00e7\u00e3o ia se revelando para o observador atento e problematizador nas passagens do dia, da noite escura, das Luas e das esta\u00e7\u00f5es do ano. Isso permitia a percep\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos gerados pelas representa\u00e7\u00f5es de tempos e temporalidades nos espa\u00e7os (natural e socialmente constru\u00eddos) e nesse lugar de frequenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inaugurado na gest\u00e3o do Reitor Jos\u00e9 Aristodemo Pinotti, o Observat\u00f3rio sofreu algumas dificuldades a partir da gest\u00e3o do Reitor Paulo Renato Souza e foi finalmente extinto em 1995 em decorr\u00eancia de alguns quiproqu\u00f3s que talvez nem seja bom lembrar. Isso ocorreu um ano antes de concretizar-se minha aposentadoria e volta para o Rio. Hoje, felizmente reaberto, \u00e9 o colega e amigo f\u00edsico Ernesto Kemp (IFGW &#8211; UNICAMP) quem dirige o Observat\u00f3rio. A seguir, me refiro ao precioso texto de Rubem Alves que segundo sua filha Raquel Alves do Instituto Rubem Alves [4], foi escrito em 2003 e publicado em 2004, durante o per\u00edodo de abandono de Aldebar\u00e3,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rubem Alves, sensibilizado por seus passeios no Observat\u00f3rio a olho nu, traduz com seu texto e seus devaneios muito do que projetei e realizei \u2013 ou n\u00e3o \u2013 dentre meus sonhos. Na sua preciosa expressividade, ele fala por mim neste trecho de sua cr\u00f4nica <a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/ALVES-R-A-Musica-nas-Estrelas.pdf\">\u201cA m\u00fasica das estrelas\u201d\u00a0<\/a><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\">\u00a0\u201cSem lunetas, sem telesc\u00f3pios, sem computadores: somente os olhos, do jeito mesmo como o fizeram os babil\u00f4nios e os astecas, muitos s\u00e9culos atr\u00e1s. Tudo l\u00e1 tem sentido. H\u00e1, por exemplo, bem no meio da plataforma superior, um orif\u00edcio vertical, igual ao de uma das pir\u00e2mides astecas, no M\u00e9xico. Por aquele orif\u00edcio, no dia e no momento em que o sol estiver no umbigo absoluto do c\u00e9u, por ele passar\u00e1 um raio de sol que incidir\u00e1 sobre o v\u00e9rtice superior de uma pir\u00e2mide de espelhos, colocada no centro de um espelho-d&#8217;\u00e1gua no piso inferior, repartindo-se ent\u00e3o em quatro, indicando os quatro pontos cardeais. N\u00e3o seria maravilhoso estar l\u00e1, naquele momento, esperando o raio de sol? As quatro janelas do andar inferior marcam o movimento do sol em cada uma das esta\u00e7\u00f5es do ano. O sonho original dizia que, diante de cada uma dessas janelas, se plantaria um pequeno bosque de \u00e1rvores que floresceriam naquela esta\u00e7\u00e3o. De modo que, ao crep\u00fasculo, seria poss\u00edvel ver o sol mergulhado na copa florida das \u00e1rvores. E havia tamb\u00e9m o sonho de um rel\u00f3gio de flores \u2014 pois as flores se abrem e fecham em horas certas: h\u00e1 a ipomeia (morning glory), a onze-horas, a dama-da-noite, a flor-da-lua. Certamente seria um templo aos quatro elementos fundamentais dos fil\u00f3sofos antigos: o vento, soprando sobre a pele, o fogo, se pondo no horizonte, a terra, onde crescem as flores, e a \u00e1gua, que teria de jorrar em alguma fonte. Mas esses foram sonhos\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Notas:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> <a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/ALVES-R-A-Musica-nas-Estrelas.pdf\">Rubem Alves, A m\u00fasica das estrelas. <em>In<\/em> A M\u00fasica da Natureza, Papirus, Campinas, SP, 2\u00ba edi\u00e7\u00e3o, 2004. P\u00e1gina: 59.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]\u00a0<\/a><a href=\"http:\/\/www.pg.unicamp.br\/mostra_norma.php?id_norma=329\">Portaria GR-151\/1985, de 05\/07\/1985<\/a>. Reitor: Jos\u00e9 Aristodemo Pinotti.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>\u00a0\u00a0<a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/CAMPOS-MD-Lab-da-Nat-Cs-NeS-ceu-terra.pdf\">Campos, M. D., Dutra, P. C. S., Hahn, A. O Laborat\u00f3rio da Natureza: Ci\u00eancias naturais e sociais entre o c\u00e9u e a terra. <em>In <\/em>Jos\u00e9 Lu\u00eds Sanfelice (org) A Universidade e o Ensino de 1\u00ba e 2\u00ba Graus, Papirus; Campinas. 1988<\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #00ccff;\">\u00a0[4]\u00a0<a href=\"http:\/\/www.institutorubemalves.org.br\/\">Instituto Rubem Alves<\/a>\u00a0<span style=\"color: #000000;\">em Campinas, SP.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>#####<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Julio Cortazar &#8211; Prosa do Observat\u00f3rio<\/strong><br \/>\n<em>Inspira\u00e7\u00f5es e provoca\u00e7\u00f5es que me mobilizaram para a concep\u00e7\u00e3o do Aldebar\u00e3 &#8211; Observat\u00f3rio a Olho Nu &#8211; UNICAMP<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Um bel\u00edssimo texto de Cort\u00e1zar* me acompanhou sempre, antes e depois, da concep\u00e7\u00e3o de Aldebar\u00e3. O autor se inspirou numa visita ao Observat\u00f3rio Jantar Mantar em Jaipur na \u00cdndia, assim como num artigo do jornal Le Monde sobre o ciclo de reprodu\u00e7\u00e3o das enguias. Ver, por exemplo: <a href=\"http:\/\/www.jantarmantar.org\/Tours\/Jaipur\">http:\/\/www.jantarmantar.org\/Tours\/Jaipur<\/a><\/p>\n<p>(*) Cort\u00e1zar, Julio. Prosa del Observatorio, Barcelona, Lumen, 1972.<\/p>\n<p>(*) Cort\u00e1zar, Julio. Prosa do Observat\u00f3rio. Trad. Davi Arrigucci Jr. S\u00e3o Paulo:\u00a0\u00a0 Perspectiva, 1985.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-407 aligncenter\" src=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/20170324-Tradutor-Arrigucci-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/20170324-Tradutor-Arrigucci-225x300.jpg 225w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/20170324-Tradutor-Arrigucci-768x1024.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Aldeias circulares ind\u00edgenas e seus urbanismos onde os habitantes observam com os p\u00e9s no ch\u00e3o o c\u00e9u a partir do seu lugar de viv\u00eancia e observa\u00e7\u00e3o \u2013 seu horizonte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Sempre me incomodou a aus\u00eancia do referencial topoc\u00eantrico, ou seja, aquele centrado no lugar em que pisamos (referencial de horizonte). Essa omiss\u00e3o \u00e9 comum na rede escolar. Nela prepondera a men\u00e7\u00e3o ao referencial helioc\u00eantrico de Cop\u00e9rnico. Ora, no centro do Sol nunca podemos nos situar e, portanto, nunca existe a possibilidade de observar como quando estamos de p\u00e9 no nosso horizonte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; \u00c9 preciso notar que Einstein elaborou sua teoria da relatividade DOS REFERENCIAIS! O termo \u201cgritado\u201d aqui \u00e9 sempre omitido. Ou seja, nenhum referencial \u00e9 absoluto como parecem fazer acreditar os programas escolares que apenas mencionam o referencial helioc\u00eantrico e nunca o \u00fanico do qual podemos observar \u2013 a n\u00e3o ser que sejamos astronautas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>#####<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Entrevista com MDC sobre Aldebar\u00e3: Observat\u00f3rio a olho nu \u2013 UNICAMP<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quer saber mais sobre a cria\u00e7\u00e3o e o funcionamento do Aldebar\u00e3? Confira a entrevista dada por M\u00e1rcio D&#8217;Olne Campos no final dos anos 80, \u00e9poca em que dirigia o observat\u00f3rio. Acesse:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.dominiopublico.gov.br\/download\/som\/bv000354.mp3\">Arquivo MP3\u00a0<\/a>(Caso n\u00e3o conduza para o MP3, copie o link no seu navegador)<\/p>\n<div id=\"attachment_356\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-356\" class=\"wp-image-356 size-medium\" src=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ALdebara-Obs-a-o-nu-v-aerea-300x194.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"194\" srcset=\"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ALdebara-Obs-a-o-nu-v-aerea-300x194.jpg 300w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ALdebara-Obs-a-o-nu-v-aerea-768x497.jpg 768w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ALdebara-Obs-a-o-nu-v-aerea-463x300.jpg 463w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ALdebara-Obs-a-o-nu-v-aerea.jpg 806w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-356\" class=\"wp-caption-text\">Aldebar\u00e3: Observat\u00f3rio a Olho Nu \u2013 UNICAMP Pouco ap\u00f3s a obra acabada em 1986.<\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p>#####<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>El Sur Tambi\u00e9n Existe &#8211;\u00a0Poema de Mario Benedetti<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: right;\">Marcio D\u2019Olne Campos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Mario_Benedetti\">Mario Benedetti<\/a> (1920-2009), intelectual uruguaio com uma diversificada e magistral produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, nos d\u00e1 um importante mote para a reflex\u00e3o e a postura SULeadas e ilustra bem as oposi\u00e7\u00f5es Norte\/Sul no poema &#8220;El Sur Tambi\u00e9n Existe&#8221; disposto no quadro abaixo e cantado pelo catal\u00e3o Juan Manuel Serrat.<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[1]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As antinomias Norte\/Sul e &#8220;arriba\/abajo&#8221; complementam-se com sarcasmo e ironia como na refer\u00eancia \u00e0 &#8220;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Escola_de_Chicago_(economia)\">Escola de Chicago<\/a>&#8221; e sugerem de forma clara o car\u00e1ter ideol\u00f3gico dos referentes e referenciais do Norte, quando s\u00e3o importados inadvertidamente para qualquer uso n\u00e3o apropriado no Sul.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Criamos um layout para o poema \u2013 compartilhando a ironia de Benedetti \u2013 de tal modo que o que se refere ao \u201cHemisf\u00e9rio Norte\u201d disp\u00f5e-se acima (arriba) e o que se configura coerente com as ideias que afloram do Sul aut\u00eantico disp\u00f5e-se abaixo (abajo). Ver, por exemplo, o link associado \u00e0 \u201c<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Coopera%C3%A7%C3%A3o_Sul-Sul\">Coopera\u00e7\u00e3o Sur-Sul<\/a>\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>El Sur Tambi\u00e9n Existe<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[2]<\/a>\u00a0 \u00a0 &#8211; \u00a0 \u00a0<\/strong>Mario Benedetti<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-417 size-large\" src=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/unnamed-1024x714.jpg\" alt=\"\" width=\"584\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/unnamed-1024x714.jpg 1024w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/unnamed-300x209.jpg 300w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/unnamed-768x536.jpg 768w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/unnamed-430x300.jpg 430w, https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/unnamed.jpg 1753w\" sizes=\"auto, (max-width: 584px) 100vw, 584px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[1]<\/a> Serrat canta \u201c<a href=\"https:\/\/youtu.be\/QX5uFs8r-yA?list=RDQX5uFs8r-yA\">El sur tambi\u00e9n existe<\/a>\u201d (Juan Manuel Serrat; Mario Benedetti) &#8211;\u00a0Homenaje a Mario Benedetti Joan Manuel Serrat El Sur Tambien Existe: &#8220;El sur tambi\u00e9n existe&#8221; es el decimonoveno disco del cantautor catal\u00e3o Joan Manuel Serrat sobre poemas del poeta uruguayo Mario Benedetti, editado en 1985 por la compa\u00f1\u00eda discogr\u00e1fica Ariola, con arreglos y direcci\u00f3n musical de Ricard Miralles. Todas las canciones tienen m\u00fasica compuesta por Joan Manuel Serrat y letras sobre poemas de Benedetti [3].<\/p>\n<p>NOTA 1: Segue o introito de J. M. Serrat ao cantar \u201c<strong>El Sur Tambi\u00e9m Existe<\/strong>\u201d na grava\u00e7\u00e3o em v\u00eddeo dessa faixa:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"HOMENAJE A MARIO BENEDETTI  JOAN MANUEL SERRAT   EL SUR TAMBIEN EXISTE\" width=\"584\" height=\"438\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QX5uFs8r-yA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u201cNem sempre o Norte e o Sul coincidem com o Norte e o Sul geogr\u00e1ficos, com os pontos cardiais.<br \/>\n\u00c9 que sempre cada Norte tem um sul e cada Sul tem um norte<br \/>\nEu digo que o Norte \u00e9 o poder e que o Sul \u00e9 tudo aquilo que luta contra a\u00a0injusti\u00e7a.<br \/>\nE digo que o Norte \u00e9 o dinheiro e o Sul a fome.<br \/>\nQue o Norte \u00e9 o passado e o Sul o porvir.<br \/>\nQue o Norte \u00e9 o medo e o Sul \u00e9 a esperan\u00e7a.<br \/>\nQue o Norte \u00e9 a for\u00e7a, o Sul a ast\u00facia.<br \/>\nEu digo que o Norte \u00e9 a pressa e o sul a paci\u00eancia.&#8221;<\/p>\n<p>NOTA 2: A tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de &#8220;O Sul tamb\u00e9m existe&#8221; encontra-se em &#8220;<a href=\"http:\/\/www.anovademocracia.com.br\/no-54\/2260-benedetti-escritor-uruguaio-resistente-latino-americano\">Benedetti: escritor uruguaio, resistente latino-americano<\/a>&#8221; (<strong><a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/el-sur-o-sul-tb-existe\/\">Ou aqui em PDF<\/a><\/strong>)<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[2]<\/a> Extra\u00eddo de \u201c<a href=\"http:\/\/sulear.com.br\/texto03.pdf\">SULear vs NORTEar: Representa\u00e7\u00f5es e apropria\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o entre emo\u00e7\u00e3o, empiria e ideologia<\/a>\u201d.<\/p>\n<p>[3] <a href=\"https:\/\/youtu.be\/znLujKB0OM8\">Homenaje a Mario Benedetti por Joan Manuel Serrat en el\u00a0 &#8220;El Sur Tambi\u00e9n Existe&#8221; (Serrat; Benedetti &#8211; LP 1985) &#8211;<\/a>\u00a0<a href=\"https:\/\/youtu.be\/znLujKB0OM8\">https:\/\/youtu.be\/znLujKB0OM8?t=13<\/a><\/p>\n<p>Canciones que componen el disco [LP]<br \/>\nCara A:<br \/>\n00:04 El Sur Tambi\u00e9n Existe<br \/>\n06:23 Curriculum<br \/>\n10:27 De \u00c1rbol A \u00c1rbol<br \/>\n13:39 Hagamos Un Trato<br \/>\n16:34 Testamento De Mi\u00e9rcoles<br \/>\nCara B:<br \/>\n19:56 Una Mujer Desnuda Y En Lo Oscuro<br \/>\n23:39 Los Formales Y El Fr\u00edo<br \/>\n29:04 Habanera<br \/>\n32:54 Vas A Parir Felicidad<br \/>\n36:34 Defensa De La Alegr\u00eda<br \/>\nMario Orlando Hardy Hamlet Brenno Benedetti Farrugia, conocido como Mario Benedetti, fue un escritor uruguayo, integrante de la Generaci\u00f3n del 45, uno de los m\u00e1s reconocidos en la lengua espa\u00f1ola. Su prol\u00edfica producci\u00f3n literaria de m\u00e1s de ochenta libros incluye cuento, novela, poes\u00eda, ensayo, canci\u00f3n, teatro y cr\u00edtica cinematogr\u00e1fica. Algunos de sus libros fueron traducidos a m\u00e1s de veinte idiomas y le otorgaron numerosos premios y reconocimientos, entre ellos el Premio Reina Sof\u00eda de Poes\u00eda Iberoamericana, el Gran Premio Nacional a la Actividad Intelectual de su pa\u00eds y cinco Doctorados Honoris Causa<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p><a style=\"font-size: revert;\" href=\"#top\">Voltar para o topo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novos olhares SULeados com coment\u00e1rios, opini\u00f5es, ideias, cr\u00f4nicas e sugest\u00f5es para a sala de aula. ##### Fotos do CAP\u00cdTULO 10 &#8211; BONITEZA \u201cPaulo Freire entre a Boniteza do Ato de Amar e a Boniteza do Ato de Educar\u201d (cap 10) &hellip; <a href=\"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/curtas\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-38","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.8.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Curtas - Sulear<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/sulear.com.br\/beta3\/curtas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Curtas - Sulear\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Novos olhares SULeados com coment\u00e1rios, opini\u00f5es, ideias, cr\u00f4nicas e sugest\u00f5es para a sala de aula. ##### Fotos do CAP\u00cdTULO 10 &#8211; 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